Defesa Chaparini

Fundação Piratini dá 30 dias de suspensão para jornalista por causa de comentário em rede social

Leboutte limitou-se a dizer que considera a decisão injusta Leboutte limitou-se a dizer que considera a decisão injusta Foto: Douglas Roehrs / Sindjors

O jornalista Alexandre Leboutte, servidor concursado da TVE, foi suspenso de suas atividades por 30 dias pela comissão disciplinar da Fundação Piratini, que apurou possíveis ofensas a pedido do seu presidente, Orestes de Andrade Jr.

 

Afastado do trabalho a partir desta quarta-feira, dia 7, sem receber salário durante o período de suspensão, Leboutte limitou-se a dizer que considera a decisão injusta. Ele chegou a recorrer da punição, no dia 24, por considerá-la exagerada, mas não teve seu pedido acatado.

 

“Lamentável a decisão . A postura do governo – que já prendeu um jornalista em pleno exercício da profissão –, representado na pessoa do presidente Orestes, é de retaliação”, lastima o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS (SINDJORS), Milton Simas. “A medida imposta ao colega Leboute dialoga com as ações do Executivo. Ontem, terça-feira, dia 6, durante mediação no Tribunal Regional do Trabalho, a alardeada economia aos cofres públicos caiu, pois os representantes do Estado abandonaram o argumento econômico para justificar a extinção de fundações e as demissões. Dizem uma coisa e fazem outra”, continua.

 

Caso na Justiça

 

Devido ao comentário feito pelo servidor na rede social Facebook, Orestes também está movendo um processo na Justiça e pede R$ 15 mil de ressarcimento por danos morais.

 

Imprensa / Sindjors

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