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Passado um ano, violência policial contra jornalista continua sem retratação do Estado

Chaparini foi conduzido ao Presídio Central Chaparini foi conduzido ao Presídio Central Foto: Ramiro Furquim

O caso da prisão arbitrária do jornalista Matheus Chaparini, do Jornal Já, durante o exercício da profissão, continua indefinido. Desde o inicio da operação deflagrada com violência pela Brigada Militar, no dia 15 de junho de 2016, em manifestação de estudantes secundaristas no prédio da Secretaria Estadual da Fazenda, o profissional se identificou como repórter e, mesmo assim, foi preso juntamente com estudantes e com o cinegrafista independente Kevin D’Arc. Só liberado do Presídio Central depois de 14 horas, o jornalista foi indiciado pela Polícia Civil.

 

Diante do ataque direto à liberdade de imprensa e de expressão, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS (SINDJORS) acompanhou o episódio desde o princípio.

 

“O Sindicato sempre se empenhou em defender o colega e até hoje cobra esclarecimentos do governo do Estado, que nada diz sobre ato tão nefasto quanto a prisão e o indiciamento de um profissional de comunicação que estava a trabalho. Nossa assessoria jurídica prestou os primeiros atendimentos”, esclarece o presidente do SINDJORS, Milton Simas. “No entanto, como não temos um profissional da área criminal, foi preciso a contratação de um advogado específico para o caso, que cobrou R$ 15 mil para fazer a defesa e acompanhar até o fim o processo, que está em tramitação na Justiça”, acrescenta.

 

O SINDJORS lançou um financiamento coletivo com o objetivo de arrecadar recursos para a defesa do profissional. As doações são de qualquer valor acima de R$ 10. Jornalistas sindicalizados têm a opção de marcar como contrapartida o abatimento de 50% do valor doado em mensalidades. Acesse bit.ly/apoieoChapa e colabore com o Sindicato.

 

Imprensa / Sindjors

Última modificação em Quarta, 07 Junho 2017 14:39

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