Defesa Chaparini

Grande ato público da greve geral termina com audiência com o governo do Estado

Manifestação à tarde teve concentração ao lado do Mercado Público Manifestação à tarde teve concentração ao lado do Mercado Público Foto: Milton Simas / Sindjors

Mesmo sem parar os ônibus e o Trensurb em Porto Alegre, após a repressão da Brigada Militar, que jogou bombas de gás para dispersar os piquetes nas garagens das empresas, a greve geral desta sexta-feira, dia 30, parou vários estabelecimentos comerciais, que não abriram as suas portas porque os empregados não foram trabalhar.

 

Pela manhã, uma caminhada da CUT-RS e centrais sindicais saiu por volta das 7h15 do Terminal Cairu e percorreu a Avenida Farrapos até terminar na Esquina Democrática, no centro da capital gaúcha, onde houve manifestações das entidades explicando as razões do movimento para a população.

 

No começo da tarde, os manifestantes reuniram-se nas imediações do Largo Glênio Peres e saíram em caminhada até o Palácio Piratini. As centrais sindicais cobraram uma audiência com o governo do Estado por causa do professor Altemir Cozer, que foi preso após participar do piquete em frente à Carris, pela manhã.

 

Sindicalistas foram recebidos pelo chefe da Casa Civil Foto: Divulgação

 

O chefe da Casa Civil, Fábio Branco, recebeu o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS (SINDJORS), Milton Simas, Helenir Schürer (Cpers), Rui Muniz (Intersindical), Erico Corrêa (CSP-Conlutas) e Silvana Conti (CTB-RS).

 

No encontro, Branco disse que escutaria os dois lados antes de tomar uma medida. Simas aproveitou a ocasião para falar sobre o caso do jornalista Matheus Chaparini, preso durante o exercício da profissão, e pedir o arquivamento do processo.

 

Imprensa / Sindjors

Última modificação em Sexta, 30 Junho 2017 16:41

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