Notas
Oficiais
Nota
Oficial
Publicado
em 12 de maio de 2009
Em
face às declarações do deputado federal Sérgio
Moraes, PTB-RS, que recentemente classificou o trabalho dos jornalistas
de "pouca vergonha" e insinuou que muitos profissionais mentem
em suas reportagens, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais
do Rio Grande do Sul e a Associação Riograndense
de Imprensa exigem uma retratação imediata
do parlamentar, ou então que ele aponte quais são os profissionais
que usam da mentira em suas reportagens.
Conforme
o artigo 11º do Código de Ética do Jornalista,
o profissional não pode divulgar informações visando
interesse pessoal ou vantagem econômica, ou obtidas de maneira
inadequada. Por exemplo, com o uso de identidades falsas, câmeras
escondidas ou microfones ocultos, salvo em casos de incontestável
interesse público e quando esgotadas todas as outras possibilidades
de apuração. O Sindicato e a ARI repudiam
o uso desta prática e esclarecem que, no caso do deputado, ele
fez questão de fazer todas as ofensas sem qualquer resguardo
público e decoro parlamentar.
As
entidades consideram que a Câmara dos Deputados terá de
responsabilizar o deputado por seus atos, sendo prioritária a
sua saída da relatoria do processo de cassação
do deputado Edmar Moreira e conseqüentemente do Conselho de Ética
da Câmara. Por ser uma profissão de caráter social,
os jornalistas brasileiros têm obrigação
de mostrar a toda população o trabalho de seus representantes,
mesmo que estes tenham atitudes como a do parlamentar, que faz questão
de dizer que "se lixa para a opinião pública".
* Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul
e Associação Riograndense de Imprensa
Nota
Oficial
Publicado
em 21 de novembro de 2008
A
direção do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande
do Sul repudia a atitude de algumas autoridades no trato com
a Imprensa. Uma equipe de reportagem do jornal Diário
de Canoas teve seu trabalho cerceado na manhã desta sexta, 21
de novembro, quando tentava colher informações sobre a tentativa
de um assalto no Município. Os repórteres foram retirados de maneira
grosseira e desrespeitosa do prédio da Delegacia de Pronto Atendimento
de Canoas. A única justificativa apresentada foi de
que ali não era o local de repórteres. O Sindicato
entende que esta foi uma atitude isolada, mas ao mesmo tempo lamenta
que situações como essa ainda ocorram em plena vigência do Estado Democrático
de Direito.
Nota
de solidariedade
Publicado
em 17 de outubro de 2008
O
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul se solidariza
com os bancários em greve e repudia a ação da Brigada
Militar, em incidente ocorrido na manhã desta quinta-feira, dia
16 de outubro, durante manifestação que fechou a agência
central do Banrisul, na Praça da Alfândega, em Porto Alegre.
Centenas de profissionais, que realizavam ato de mobilização
pela reabertura das negociações com a direção
do banco, foram dispersados com violência pelos policiais.
Foto:
Caco Argemi
Um dos flagrantes divulgados pelo Sindicato dos Bancários
Veja
matéria e fotos do ocorrido clicando
aqui.
A
entidade lembra que, em março deste ano, jornalistas foram impedidos
de trabalhar e intimidados pela BM durante a cobertura da desocupação
da Fazenda Tarumã, em Rosário do Sul. As denúncias
e imagens foram divulgadas na época pelo Sindicato e pela Fenaj,
e atualmente tramitam no Ministério Público.
* Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS
Sindicato
repudia agressão a jornalista
Publicado
em 27 de outubro de 2008
O
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul lamenta
e repudia as agressões sofridas pelo jornalista Graciliano Rocha,
do jornal Folha de S.Paulo, no comitê do candidato José
Fogaça, ao final da apuração das eleições
municipais, no domingo à noite. Segundo o profissional de 31
anos, ele foi intimado por um estranho dentro do comitê, assim
que o candidato reeleito se preparava para conceder uma entrevista coletiva.
“Olha, tu não és bem quisto aqui. Só escreve
matéria f.d.p.”, teria dito o homem. Ao final da coletiva
e depois que Fogaça se dirigiu à rua para falar para a
militância, Rocha foi abordado pelo mesmo homem na porta de saída.
“Levei um soco no supercílio esquerdo e, a seguir, vários
outros pelo corpo. Surgiu outro homem, que também começou
a me soquear”, relata.
Diante
das agressões, o jornalista caiu no chão e começou
a levar pontapés das duas pessoas, que só pararam depois
da chegada de outros jornalistas e de integrantes da cúpula do
partido. “Fiz o Boletim de Ocorrência (BO) e exame de corpo
de delito. Pessoalmente, apesar de estar com o corpo todo dolorido,
este é um capítulo encerrado. Mas o jurídico do
jornal é que decidirá o que fazer daqui para frente”,
diz Rocha, lembrando que recebeu solidariedade e pedido de desculpas
do jornalista Marcelo Villa Bôas, assessor de imprensa de Fogaça
ainda no domingo.
O
profissional está em Porto Alegre desde maio e fez basicamente
matérias de cunho político. A que mais chamou a atenção
foi a que denunciou o suposto enriquecimento ilícito do deputado
estadual Luiz Fernando Záchia, coordenador da campanha de Fogaça.
A reportagem provocou a saída do parlamentar do posto. A última
foi publicada no último domingo e tratava da distribuição
de bônus moradia pelo governo municipal.
O
Sindicato entende que este tipo de ocorrência fere a todos os
profissionais em exercício no Rio Grande do Sul pois tem o objetivo
de cercear a liberdade de informar. Para a entidade, a discordância
deve ser resolvida por meio do diálogo e não por agressão
física como a que sofreu o jornalista Graciliano Rocha. A direção
do Sindicato cobra ainda apuração imediata do caso, a
identificação e a punição dos envolvidos
nas agressões.
* Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS
Nota
Oficial
Publicado
em 6 de junho de 2008
Em
face das investigações do caso da CPI do Detran, na Assembléia
Legislativa do RS, no qual foi apontado o envolvimento de alguns jornalistas,
o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul esclarece:
Conforme
o artigo 11º do Código de Ética do Jornalista, o
profissional não pode divulgar informações visando
interesse pessoal ou vantagem econômica. O Sindicato repudia o
uso desta prática.
Destaca
que não responde por atos de quem usa seu trabalho - que tem
caráter social - apenas como meio de obter vantagens, desrespeitando
os preceitos do Código de Ética.
A
entidade considera que a Assembléia Legislativa tem o dever de
investigar e nominar os profissionais envolvidos em ilegalidades, pois
não é justo que toda a categoria seja colocada sob suspeição
em uma denúncia generalizada.
Por
representar uma profissão regulamentada, o Sindicato dos Jornalistas
Profissionais do Rio Grande do Sul não reconhece como jornalistas
aqueles que obtiveram o registro em caráter precário e
provisório, sem apresentação de diploma.
A
entidade, que congrega mais de sete mil profissionais em todo o Estado,
exige dos senhores deputados uma ampla investigação, e
que os envolvidos em possíveis desvios de dinheiro público
sejam responsabilizados e denunciados, como ocorreu com os 40 réus
do processo aberto pela Justiça Federal contra os supostos partícipes
do escândalo descoberto pela Polícia Federal, na Operação
Rodin.
* Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul
Nota
Oficial
Publicado
em 8 de abril de 2008
O
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS entende que chegou o momento
dos senhores deputados pensarem um pouco sobre o que farão a
partir de hoje. A aprovação do Projeto de Lei 42/2008,
que transfere a Fundação Cultural Piratini Rádio
e Televisão da Secretaria de Cultura para a Secretaria-geral
de Governo, significa o atrelamento de uma emissora que hoje é
pública, e de todos os gaúchos, para atender os interesses
do governo. Devemos ter em mente que isso serve apenas para aqueles
que atualmente estão no poder, porém todos devem ter ciência
que o Rio Grande do Sul tradicionalmente não é um Estado
que costuma reeleger seus governadores, em face disso seria muito importante
que a TVE e a Rádio FM Cultura continuassem mantendo sua independência.
Lutamos
para que a emissora, que tem a cara do povo gaúcho, continue
sendo um veículo sério e plural, porém o que percebemos
na última semana nos deixa claro que isso passa a ser um sonho
de jornalistas que lutam pela ética e democratização
da Comunicação. Senhores deputados, vocês são
a última esperança de um povo que luta por seus ideais;
vamos manter a seriedade e votar pela manutenção da Fundação
Cultural Piratini Rádio e Televisão na Secretaria de Cultura.
Esse caminho ameaça a função primordial da TVE
e da Rádio FM Cultura, de emissoras voltadas à difusão
da educação, cultura e valores regionais, direcionados
a um público com interesse crítico diverso à mensagem
veiculada pelas emissoras privadas.
Ao
longo dos anos, a Fundação tem resistido aos percalços
dos vários governos que ocuparam o Palácio Piratini. Nenhum
deles, até agora, exerceu o poder com a clareza do que significa
uma emissora pública. A direção da emissora já
foi ocupada por pessoas sem nenhuma ligação com a Comunicação,
aventureiros eleitorais e burocratas em busca de cabides de emprego.
Paradoxalmente, sobreviveu a tudo isso, e nos últimos anos os
governos, mesmo alegando falta de dinheiro, têm indicado pessoas
qualificadas, capazes de conduzir a Fundação no quadro
de penúria em que se encontra.
Pelo
passado recente, o Sindicato bem sabe que a manutenção
na Secretaria de Cultura não é garantia de melhora, mas
impede que as emissoras se desvirtuem das razões da sua existência.
Um exemplo do mau uso da TVE foi denunciado pelo Sindicato dos Jornalistas
Profissionais do Rio Grande do Sul nesta segunda-feira - veja nota abaixo.
Por isso, mais uma vez solicitamos o bom-senso dos senhores deputados
para que a Fundação Cultural Piratini Rádio e Televisão
não se transforme em um veículo para atender os interesses
dos governistas de plantão.
* Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS
TVE
não veicula matéria sobre a TVE
Na
última quinta-feira, dia 3 de abril, a Comissão de Serviços
Públicos da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul
realizou audiência pública para discutir a situação
da Fundação Cultural Piratini Rádio e Televisão,
em especial a proposta do Governo Estadual de reestruturar as duas emissoras,
rádio e TV. Estavam presentes deputados estaduais e representantes
de vários setores da sociedade, como o Sindicato dos Jornalistas
Profissionais do RS, Associação Riograndense de Imprensa,
Fórum Nacional Pela Democratização da Comunicação,
Radiobrás e integrantes do Governo, entre eles o presidente interino
da Fundação, Aírton Nedel.
Como
não poderia deixar de ser, o Telejornalismo enviou uma equipe
de reportagem para fazer a cobertura do evento. A matéria foi
editada, mas estranhamente não foi ar, supostamente por problemas
técnicos na gravação da entrevista com o presidente
Aírton Nedel, fonte fácil de se recuperar.
No
momento em que a Fundação passa por um debate público
sobre sua situação jurídica, a emissora priva seus
telespectadores de uma informação que mostra a mobilização
da sociedade para a manutenção da Fundação
como patrimônio dos gaúchos. Ao não veicular a matéria,
a direção da TVE nos reforça a opinião de
que a Fundação Cultural Piratini Rádio e Televisão
deve continuar, sim, vinculada à Secretaria de Cultura, e não
à Secretaria-geral de Governo conforme prevê o projeto
de lei 42/2008, que tramita em regime de urgência. Entendemos
que esses assuntos devem ser colocados no ar, e não tratados
às escondidas.
* Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS
Nota
Oficial
Publicado
em 7 de março de 2008
Na
semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Sindicato
dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul denuncia o impedimento,
por parte da Brigada Militar, do exercício profissional de jornalistas
na cobertura da ocupação, pelas mulheres da Via Campesina,
da Fazenda Tarumã, em Rosário do Sul. Repórteres
fotográficos e cinematográficos foram impedidos de registrar
a agressão sofrida por mulheres e crianças que estavam
na manifestação, inclusive tendo equipamentos profissionais
apreendidos. Outra jornalista foi retirada do local pelos policiais.
Fotos:
Eduardo Seidl
Jornalista é conduzida pela BM
Vivemos
em uma sociedade democrática de direito e não vamos aceitar
as velhas práticas do período da ditadura militar. O Código
de Ética dos Jornalistas, em seu artigo 2º, inciso V, aponta
que "a obstrução direta ou indireta à livre
divulgação da informação, a aplicação
de censura e a indução à auto-censura são
delitos contra a sociedade". O mesmo Código também
identifica, no artigo 6º, ser "dever do profissional opor-se
ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão".

Repórter tem equipamento apreendido
A
Secretaria de Segurança do Estado deve explicações
sobre esse fato não só aos jornalistas agredidos no seu
direito de trabalhar, mas a toda a sociedade, que foi impedida de ser
livremente informada. As constantes denúncias que chegam ao Sindicato
revelam que ameaças aos jornalistas têm sido prática
constante por parte da Brigada Militar.
Manifestante ferida é socorrida
O
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS está atento a esse
tipo de comportamento e levará o caso à Federação
de Periodistas da América Latina e Caribe que, já em sua
Carta de Lima, Peru, de dezembro de 2007, exigia dos governos assumir
a responsabilidade de garantir a todos os jornalistas o direito à
vida, ao trabalho digno, à liberdade de expressão e o
direito cidadão à informação.
* Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS
Sindicato
dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul e Fenaj repudiam
as demissões dos correspondentes da Rádio Guaíba no Interior do Estado
Publicado
em 14 de fevereiro de 2008
A
direção do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do
Rio Grande do Sul e da Federação Nacional dos Jornalistas
- Fenaj - repudiam as demissões de cerca de 20 correspondentes
da Rádio Guaíba - Rede Record, ocorridas no final do mês
de janeiro. Os profissionais, que antes prestavam serviço para
a rádio, foram informados através de carta do fim do contrato
de trabalho, sem maiores explicações. Com isso, os jornalistas
que eram contratados para prestar serviços aos dois veículos
de comunicação, passam agora a atuar apenas no jornal
Correio do Povo.
O
Sindicato dos Jornalistas tem estado atento às mudanças
desde os meses de fevereiro e março de 2007, quando a Igreja
Universal do Reino de Deus, representada pela sua empresa de televisão
- Rede Record, concretizou a compra das emissoras de rádio AM
e FM, televisão Guaíba e jornal Correio do Povo, ambos
de propriedade, até então, do grupo Caldas Júnior.
No entendimento da direção, o ‘lobo em pele de cordeiro’
começa a mostrar suas garras. A atitude representa a entrada
de um grupo nacional de comunicações, desvalorizando o
Jornalismo local e o fim da regionalidade, que é prejudicial
à cultura do Rio Grande.
O
Sindicato reitera sua posição em defesa do Jornalismo
e lamenta a atitude tomada pela direção da empresa, que
chegou com a proposta de não extinguir mercado de trabalho, e
sim de ampliá-lo. Além dos postos de trabalho que estão
sendo extintos, a comunidade gaúcha estará perdendo uma
possibilidade de visão diferenciada sobre os fatos, para uma
informação plural e democrática. Em função
disso, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul
e a Fenaj exigem a manutenção das vagas de correspondentes
no Interior do Estado. Exige ainda que a direção da empresa
reveja sua decisão e aposte em uma saída negociada com
seus trabalhadores e instituições trabalhistas.
Entendemos
que o propósito de um plano de expansão do grupo ligado
à Igreja Universal está se restringindo, no momento em
que demite seus profissionais, e ainda pior, não está
reconhecendo os profissionais como jornalistas, na medida em que contraria
a lei e determina agora como local de rescisão dos contratos
de trabalho o Sindicato dos Radialistas, quando estes devem ser feitos
no sindicato da categoria. Por último, destacamos que o Sindicato
dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul e a Fenaj estarão
ao lado de todos os trabalhadores, e farão de tudo para que a
empresa cumpra com os direitos trabalhistas dos jornalistas demitidos.
* Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul
e Federação Nacional dos Jornalistas - Fenaj
Nota
Oficial
Publicado
em 23 de maio de 2007
As
entidades signatárias vêm a público manifestar solidariedade
ao jornalista Leandro Behs, repórter do jornal Zero Hora, que
está sendo vítima de censura imposta pelo Sport Club Internacional,
fato que vem comprometendo o livre exercício de sua profissão
de jornalista. Afirmamos plena confiança de que a atuação
do repórter está amparada na verdade e nos limites da
ética jornalística.
Outrossim,
repudiamos veementemente a postura antidemocrática adotada pelo
Sport Club Internacional, o qual manifesta, com sua atitude, dificuldade
de compreensão e convivência sob os princípios do
Estado Democrático de Direto, ao qual são inerentes a
liberdade de informação, a liberdade de expressão
e o sagrado direito ao livre exercício profissional.
* ACEG - Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos,
ARI - Associação Riograndense de Imprensa, Sindicato dos
Jornalistas Profissionais do RS e Sindicato dos Radialistas do RS
Nota
Oficial
Publicado
em 14 de março de 2007
A
venda do grupo Caldas Júnior, agora incluindo o Correio do Povo,
para a Rede Record, trouxe o primeiro efeito colateral para os trabalhadores
da Comunicação. O rompimento do contrato entre a emissora
e o grupo Pampa resultou na saída de um grande número
de trabalhadores de todas as áreas de funcionamento da empresa
gaúcha. Definido o fim do acordo operacional da Record com a
Pampa, de imediato se iniciou o processo de enxugamento da folha salarial.
O
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS se solidariza com os trabalhadores
demitidos e está atento para que a empresa pague todos os direitos
trabalhistas. De outro lado, a direção do Sindicato está
atuando para recolocar no mercado de trabalho os que perderam seu emprego.
A entidade sindical está gestionando junto à direção
da Rede Record a manutenção dos empregos dos colegas da
Caldas Júnior, e também o aproveitamento dos trabalhadores
recém-demitidos pela Rede Pampa.
* Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS